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Como funciona o tratamento?

O paciente dentro de uma câmara hiperbárica, com o acréscimo de pressão atmosférica no seu interior e respirando oxigênio a 100%, terá um grande aumento circulatório na porção de oxigênio liquefeito no plasma, ocorrendo muitos efeitos biológicos (químicos e celulares) nesta situação especial. A Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) é particularmente eficiente contra anaeróbios, e facilita o sistema peróxido dependente de oxigênio-dependentes através das paredes celulares das bactérias. A Oxigenoterapia aumenta a cicatrização de úlceras pelo aumento da quantidade de oxigênio na área isquêmica da ferida, provendo oxigênio para formação de matriz do colágeno, necessária para a angiogênese. Durante a repefusção, os leucócitos aderem ao tecido isquêmico, liberando proteases e radicais livres que causam a vasoconstricção patológica e a destruição do tecido. A hiperoxia em tecidos normais devido à OHB causam uma rápida e significante vasoconstrição, que é compensada pelo aumento do transporte de oxigênio no plasma e na circulação sanguínea microvascular do tecido isquêmico, melhorada pela Oxigenoterapia Hiperbárica. Desta maneira, a vasoconstrição reduz edemas pós-traumáticos em tecidos, o que contribui para o tratamento de esmagamentos, secções e queimaduras. Os efeitos terapêuticos positivos advêm da redução na hipóxia e edema, possibilitando respostas ormais do hospedeiro às infecções e isquemias.

Saiba mais sobre a oxigenoterapia

Em que casos se aplica o tratamento de oxigenação hiperbárica?

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Confira abaixo alguns dos casos mais comuns a serem tratados com oxigenação hiperbárica. Se o seu quadro não está listado, entre em contato conosco para mais informações.

  • Síndrome de Fournier
  • Pé diabético e Úlceras
  • Retalhos e enxertos de risco
  • Celulites/Fasceites/Miosites
  • Vasculites agudas de etiologia alérgica
  • Queimaduras térmicas e elétricas
  • Lesões pós Radioterapia
  • Osteomelites
  • Anemia aguda
  • Isquemias Agudas Traumáticas